Referências Técnicas para atuação de psicólogas(os) em varas de família

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O Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta à categoria e à sociedade o documento Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) em Varas de Família, produzido no âmbito do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP).

Trata-se de uma referência lançada, inicialmente, em 2010, e agora relançada após um processo de revisão. Este documento passou por atualizações importantes tanto no que tange os marcos legais da política pública, como também na abordagem de temas atuais que os profissionais de Psicologia se deparam na sua atuação nas varas de família, como mediação de conflitos, alienação parental, depoimento especial, violência contra a mulher, assim como a atuação do perito e elaboração de documentos escritos por psicólogas(os).

Vale lembrar que a primeira edição foi construída a partir de uma investigação da prática profissional em todo território nacional, conduzida por técnicas(os) do CREPOP nos Conselhos Regionais de Psicologia, por meio de questionário on-line e reuniões presenciais. Essa investigação possibilitou a apresentação de um panorama acerca da atuação da categoria nesses espaços, apontando os limites, dificuldades e potencialidades da Psicologia no Sistema de Justiça.

As Referências Técnicas refletem o fortalecimento do diálogo que o Sistema Conselhos vem construindo com a categoria, no sentido de se legitimar como instância reguladora do exercício profissional. Por meios cada vez mais democráticos, esse diálogo tem se pautado por uma política de reconhecimento mútuo entre os profissionais e pela construção coletiva de uma plataforma profissional ancorada no compromisso ético-político.

O XVII Plenário do CFP agradece a todas e a todos os envolvidos na elaboração deste documento, em especial aos membros da comissão, ad-hoc, responsáveis pela redação. Desejamos que esse documento seja um importante instrumento de orientação e que possa auxiliar profissionais e estudantes na aproximação com o campo de atuação nas varas de família, pensando este fazer em uma perspectiva crítica, demarcando, assim, o compromisso ético-político da Psicologia, na perspectiva da Justiça como Direito Humano fundamental.

Clique aqui  e acesse a publicação na íntegra.

(fonte: Conselho Federal de Psicologia)

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